Grupos de ativista pró-deísmo criticaram a revista Charlie Hebdo pelas sátiras pesadas a respeito de algumas personalidades do cristianismo, e de outras religiões, charges pesadas foram colocadas no jornal, e sem nem ao menos pensar a respeito de que estaria ofendendo milhões de pessoas que poderiam ser seus leitores, a revista continuou a publicar cada vez mais charges ofensivas.
![]() |
| Imagem publicada no Fórum Anti Neo-ateísmo, 2015 |
Por todos os lados se veem críticas diferentes a respeito desse assunto, afinal, estaria certo ou não, a revista satirizar tanto a imagem da religião na França? Já é um fato que é crime praticar qualquer tipo de culto em áreas públicas, limitando assim os direitos das instituições religiosas, o que demonstra um certo ar de preconceito da política francesa, visto que perante as Nações Unidas, qualquer pessoa tem o direito de se expressar livremente desde que não venha a atingir terceiros.
Os cidadãos franceses tem seus direitos limitados em um país que seria exemplo de cidadania no mundo inteiro, sendo a maior referencia de liberdade durante séculos, desde a era dos descobrimentos, a França é considerada um país modelo, seu idioma foi a língua universal até meados do século XX, porém hoje a frança demonstra estar com um pensamento atrasado, quase nômade, se comparada com países menos desenvolvidos, mas que a liberdade de expressão é mais funcional à da "Terra da Torre Eiffel".
De um certo modo, é até compreensível que haja uma reação da parte de alguns grupos quanto a tais atitudes do Charlie Hebdo, atacar uma crença religiosa é o mesmo que atacar uma pessoa, pois a fé está ligada diretamente ao emocional da pessoa, como uma espécie de parte do corpo, é mais que óbvio que imagens tão imorais iriam afetar tanto a sociedade, não a todas as pessoas, mas a um considerável grupo, grupo que corresponde mais que a metade da população mundial, só de cristãos são cerca de 33% das pessoas do globo, além dos muçulmanos, que são cerca de 1,8% da população do globo.
Autor: Charles Freire


0 comentários:
Postar um comentário