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Volta as ruas em protesto

Postado Por: Unknown As sábado, 10 de janeiro de 2015 | 18:33

Protesto contra o aumento das passagens
em São Gonçalo - RJ em Junho de 2013
   Passados quase dois anos desde o começo dos protestos pelo aumento das passagens que pararam várias cidades no Brasil, sobretudo nas cidades metropolitanas, cidadãos de São Paulo e Rio de Janeiro não desistem da luta "passe-livre" e voltam as ruas de maneira pacífica, apesar de ainda haver muita repressão da polícia, parece que o último pronunciamento do governo sobre o aumento das passagens foi a gota d'água, enquanto os empresários lucram, o posso sofre apertado em ônibus de pouco conforto, sempre lotados e quase sempre sem refrigeração, os rodoviários também fazem parte dos sofredores, os salários não aumentam, mas o valor das passagens sobe como se não houvesse um limite.

   Em São Paulo a reação veio primeiro, começaram as manifestações na sexta-feira (09) pelas ruas houve repressão por parte da polícia, grupos de manifestantes reagiram, e o confronto ficou cada vez pior, o protesto avançava pela Avenida Paulista, porém agentes policiais formaram um cordão de isolamento, o que impediu que os manifestantes continuassem a caminhar.

Manifestação pública no Rio de Janeiro,
 no cartaz lê-se: "R$ 3,40 É UM ROUBO"
  No Rio de Janeiro os protestos contra as passagens de ônibus começaram na Cinelândia, no Centro do Rio de Janeiro,  logo após uma votação que decidiu qual seria o percurso da marcha, reuniu cerca de duas mil pessoas (2000), pelos dados do Movimento Passe Livre (MPL), e cerca de oitocentas (800), pelos dados informados dos agentes da polícia militar que estavam nas ruas para patrulhar a região da caminhada.

   O percurso passou por diversas ruas até  a Avenida Presidente Vargas e chegar a Central do Brasil, o próprio movimento que decidiu por onde passaria, houve intenso protesto contra os governos municipal e estadual, um número próximo a duzentos policiais militares estava fazendo ronda pelos locais de protesto.

   Informações foram dadas de que no mesmo dia houve manifestações em Belo Horizonte também, provavelmente em outras capitais, sobretudo as da região sul também se pronunciarão manifestantes contra o aumento da tarifa rodoviária, que extrapolou dos limites, é um absurdo um país que paga setecentos e oitenta e oito Reais de salário mínimo (R$ 788), cobrar tão caro para andar de transporte público, além de não haver conforto equivalente a esse preço nos automóveis que fazem palas empresas de transporte público, no mínimo deveria haver refrigeração em todos os ônibus, e mais rapidez no percurso das linhas de ônibus, sobretudo nas grandes metrópoles, onde horário marcado é a chave fundamental para o funcionamento do sistema.

   
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